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segunda-feira, 4 de abril de 2011

Reflexão Teórica - Abril 2011 - "Rótulos" : O que este vídeo desperta em você?

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15 comentários:

Anônimo disse...

Cláudia disse: Adorei o vídeo! É um alerta para que estejamos mais atentos as tipos de pré-conceitos que temos com relação ao outro. Rotulamos na tentativa de compreender o que não entendemos, o que é diferente, ou na tentativa de aplacar nossas próprias "deficiências". Mas há de haver esperança de que cada ser humano possa desenvolver o que tem de melhor. Um grande desafio, mais um para nós que trabalhamos com EDUCAÇÃO: aceitar as diferenças e tentar oferecer a cada sujeito a possibilidade de desenvolver o seu melhor.

Anônimo disse...

Adorei o vídeo!
Acredito que rótulos não levam ninguém a lugar nenhum só desperza, rejeita e afasta as pessoas do convívio social.
Temos que acreditar sempre na potencialidade e na capacidade que as pessoas têm para se reinventar.
bjs Carol

Anônimo disse...

Bella disse: no vídeo os rótulos ficam tão óbvios que rapidamente os rejeitamos... mas, mais difícil é trazer a reflexão para nós mesmas. Quanto de atenção eu dou para aqueles que se destacam (tanto os que se exibem quanto os que se escondem.)??

Adhemar disse...

Vídeo emocionante! Me ví dentro do vídeo: homem trabalhando na Educação Infantil = gay, biólogo trabalhando na Educação = fracassado e pobre, adulto trabalhando com crianças = imaturo, educador trabalhando em séries iniciais ao invés de professor do Ensino Médio = profissional menos preparado,... Poderia enumerar mais rótulos que criam ao nosso redor, precisamos ver nas nossas crianças como nós fomos quando crianças, precisamos como EDUCADORES despertar todas as possibilidades dos nossos alunos para que cada fase da vida seja vivida com felicidade.
Aí vai um trecho do pensamento de Edgar Morin em 2000:
"O ser humano é a um só tempo físico, biológico, psíquico, cultural, social, histórico. Esta unidade complexa da natureza humana é totalmente desintegrada na educação por meio das disciplinas, tendo-se tornado impossível aprender o que significa ser humano. É preciso restaurá-la, de modo que cada um, onde quer que se encontre, tome conhecimento e consciência, ao mesmo tempo, de sua identidade complexa e de sua identidade comum a todos os outros humanos."
Abraços Adhemar Gimenes

Anônimo disse...

Estou terminando minha pós em psicopedagogia e esse video ajudou a reafirmar o cuidado que temos que ter com o diagnóstico. Me fez refletir na devolução para pais,especialistas e escola. Deve-se pensar em uma forma de ajudar essa criança e focar na autoestima para ressaltar as qualidades e não a dificuldade. Evitando assim o rótulo tão infelizmente conhecidos por todos.Transformando-a em artista, professor, revolucionário,e tantas outras. É um alerta muito importante. Adorei!bjssss Mari Bustamante

Ana Luiza disse...

Muito bons todos os comentários!
A escola deveria ser o lugar de acolhimento ao ser humano em toda a sua pluralidade, e não o contrário. Se tratada com respeito e afeto, uma criança pode mesmo conseguir transformar o que preocupa em um talento. Como já disse alguém: "Educar é ajudar a criança a descobrir em que jardim ela irá florescer".
Que seja essa nossa missão nos Batutinhas!
Bjs a todos,
Ana Luiza

Roberta disse...

Vídeo maravilhoso! A escola deve ser um lugar de acolhimento,onde a base da constituição do sujeito se dá e não um lugar de rótulo( e de "diagnósticos"). Tal rótulo paralisa e fecha as possibilidades da criança, que com certeza, como vimos no vídeo, é muuuuiiito mais do que um rótulo. O papel do professor é mostrar à essa crianças suas várias possibilidades.
Bj,
Roberta Schemidt

adriana disse...

É fácil rotular as pessoas. Difícil é aceitarmos mudanças. Difícil é desfazer os rótulos. Quando o percebemos eles já estão bem colados nas pessoas e essas os carregam a vida inteira.(se permitirmos) É difícil aceitar e acolher os outros como eles são, sem querer julgá-los ou classificá-los, conforme os nossos esquemas mentais. Mais difícil ainda é nos alegrarmos com a melhoria deles e deixarmos os nossos pré-conceitos de lado!

Soraya Maia disse...

Acho que esse vídeo desperta e sacode o lado humano, a essência vedadeira do que é SER HUMANO. Acredito muito que tudo depende de como "olhamos" o outro, seja esse outro quem for, e cada um de nós escolhe como olhamos, sempre é uma escolha. E acho que para olharmos o outro precisamos mergulhar profundamente em nós mesmos...
Estou tendo uma experiência enriquecedora com um aluno que atendo fora da escola. Ele tem alguns rótulos, como "Transton Opositor Desafiador" e "TDAH", e ainda não lia aos 8 anos. Eu trabalho sem pensar muito nas dificuldades e aposto no amor. É incrível, que quando você se disponibiliza a se doar e a olhar o outro sem nenhum rótulo, as coisas fluem. Cada dia com ele é um aprendizado, mas o principal é o amor, que é o que move sempre. Fico emocionada porque foram muitas conquistas nesses 8 meses. Ele realmente é um presente na minha vida.

Anônimo disse...

Bella disse: podíamos tirar deste impacto com o video uma meta - escolher uma criança de nosso convívio para "desrotular". Pense naquela criança que você acha que pode mostrar um outro lado diante do grupo, escolha mostrá-la de um outro jeito para sua assistente...dê a ela um novo lugar no grupo... qualquer tentativa para vislumbrar um novo caminho vale a pena!!!

Samantha disse...

Adorei o vídeo.
Mostra que somos frequentemente rotulados e, algumas vezes, erroneamente.Mesmo diante de nossas limitações há sempre um potencial a ser explorado e aproveitado.

Mônica disse...

É importante que tentemos "descolar" as etiquetas que colocamos nas coisas do mundo. Adesivos tão corriqueiros que tornam-se "naturalizados" por nós: -"Não há boa literatura infantil brasileira".
-"Não há bons filmes nacionais".
-"Essa criança é muito calada. É bom ser falante".
-"Que criança séria e desinteressante".
- "Dali, a gente já sabe o que esperar!"
...
Pensamos, muitas vezes, que expressamos "verdades". Chegamos mesmo a acreditar nelas.
Que aceitemos o convite para dar petelecos em nossas verdades!
É um exercício do olhar torná-lo plural e estrangeiro.
Ocupamos um lugar privilegiado e influente diante das crianças, com um real poder transformador. Precisamos saber a força que tem um olhar que contorna uma criança. Usemos essa força, então, para contorná-la da forma mais positiva possível.
E ainda precisamos ser cuidadosos para não nos tornarmos "cegos" diante do que vemos. Observacões cuidadosas e medidas preventivas diante de certas circunstâncias também podem acolher e alimentar melhores frutos nesses jardins da Ana.

Sâmara disse...

Sempre que vejo este vídeo me emociono!!! Pois em sendo uma profissional que sempre acreditou que é através da observação cuidadosa e não de "rótulos" é que atendemos as pessoas em suas diferenças e pluralidade, me encanto em vê-lo! Não basta dizer: " não vamos rotular"!!!O mais importante é estarmos alertas a cada ser! O importante é apoiar as mudanças e defender a melhoria de cada um... O nosso aluno, o nosso vizinho, o nosso amigo, o profissinal que se encontra ao nosso lado, todos merecem ser respaitados!!! Segue Manoel de Barros para nos acalentar: "Cresci brincando no chão, entre formigas.De uma infância livre e sem comparamentos.
Eu tinha mais comunhão com as coisas do que comparação.
Porque se a gente fala a partir de ser criança, a gente faz comunhão:de um orvalho e sua aranha, de uma tarde e suas garças, de um pássaro e sua árvore."Manoel por Manoel, Manoel de Barros,2003,p.3.
Sâmara Tavares

Cristiana disse...

O que será que existe por trás dos rótulos? Quem é a pessoa que existe aonde não conseguimos enxergar? É fácil rotular, é o que está diante dos olhos... O desafio é perceber que a estrada vai além do que se vê...
Cris Dias

Anônimo disse...

Podíamos pensar nos rótulos quando uma professora recebe um aluno já rotulado, ou por uma antiga escola ou por uma antiga professora!
Carminha